Anti-inflamatórios naturais – Uma visão integrativa

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Na maioria das vezes, nos esquecemos de todo o benefício que a natureza nos proporciona, encontramos os chamados antibióticos e anti-inflamatórios naturais que têm se provado cada vez mais eficazes, enquanto os sintéticos trazem cada vez mais problemas ao indivíduo.

A importância de não submeter seu paciente a medicamentos como antibióticos e anti-inflamatórios não naturais desnecessariamente pois, além de enfraquecerem o sistema imunológico, seus efeitos colaterais causam mais danos ao organismo do que proporcionam benefícios.

Mas, o que fazer, quando se trata de uma infecção bacteriana ou uma inflamação na cavidade oral?

As superbactérias, por exemplo, surgem a todo instante. A medicação mais fraca, que era ampla e indiscriminadamente utilizada, já não faz mais efeito; criando resistência e deixando poucas e cada vez mais agressivas.

As opções, causadoras de outros problemas como o favorecimento de cândida, fungos, leveduras, o surgimento das alergias e, também, debilidade no fígado e nos rins. Em outra via, os recursos naturais ajudam no reequilíbrio do organismo, não possuem efeitos colaterais, e reforçam positivamente o sistema imunológico, além de serem mais acessíveis financeiramente e mais fáceis de serem encontrados.

A própolis, uma resina utilizada pelas abelhas para a proteção da colmeia, vem ganhando destaque nos consultórios odontológicos por ser um anti-inflamatório natural.

Essa resina já era amplamente utilizada por nossas avós e bisavós nas questões cotidianas, para tratar desde dores de garganta até a queda de cabelo.

A percepção de que a própolis vinha sendo utilizada para a prevenção de diversas doenças sistêmicas gerou a necessidade de se promover estudos quanto a sua eficácia tendo sido publicados vários artigos sobre o assunto.

Um  estudo em 2015 que consistiu na análise de artigos que vinculassem com a odontologia a utilização de produtos  anti-inflamatórios naturais.

Entre os achados, destacamos 14 publicações que citam diretamente o uso da própolis que são considerados anti-inflamatórios naturais atuando no combate a microrganismos ligados à cárie, infecções endodônticas, prevenção de edemas e alívio de complicações relacionadas ao uso de próteses como a mucosite.

Apesar da eficácia comprovada nos artigos, os autores atentaram para a necessidade de se conduzir mais estudos, no sentido de entender com exatidão os mecanismos que provocam a ação dos anti-inflamatórios naturais verificada nos estudos anteriores.

O estudo conduzido por PAINTZ; METZNER foram verificadas as propriedades anestésicas promovidas pela própolis, comparando-a ao anestésico procaína.

Os efeitos sinérgicos da própolis, quando utilizada concomitantemente à procaína, foram 14 vezes mais ativos do que aqueles obtidos com a aplicação da procaína de forma isolada.

SCHELLER et al e GAFAR et al observaram a regeneração da polpa dental com gangrena, através do uso de uma solução de própolis, diretamente na polpa doente.

Já no estudo desenvolvido por MAGRO FILHO e PERRI DE CARVALHO, ficou comprovado que os enxaguatórios bucais contendo própolis combinada a soluções alcoólicas auxiliavam na reparação das feridas cirúrgicas intra bucais e proporcionavam um efeito anti-inflamatório natural e analgésico.

Pesquisadores japoneses conseguiram demonstrar a eficácia da própolis na inibição do crescimento da microbiota cariogênica, especificamente nos estreptococos do grupo mutans, que estão fortemente associados ao início do processo carioso.

GARCIA; GARGUERA estudaram o efeito da própolis nas aftas bucais e concluíram que a solução que continha própolis se mostrou superior na redução das aftas, numa primeira aplicação, em relação aos medicamentos usados comumente.

A conclusão que, a maioria dos autores dos estudos, obtiveram, norteia a mesma lógica: os anti-inflamatórios naturais e antibióticos naturais deverão ser mais utilizados no consultório, a fim de que se diminua o uso exacerbado de medicações sintéticas e seus efeitos colaterais extremamente danosos ao organismo.

Há que se pesquisar, ainda mais, o mecanismo de ação destes medicamentos naturais, pois eles, de fato, funcionam em ambiente clínico e devem ser amplamente divulgados.  Os autores,

inclusive citam a necessidade da participação direta dos nutricionistas nos consultórios odontológicos a fim de divulgarem a chamada cura pela natureza.

Ao apresentar uma manifestação clínica aguda, seu paciente poderá “travar” todos os movimentos e, pasme, esse travamento pode ser oriundo de uma infecção na cavidade oral. Cáries profundas podem originar dores e dormência no braço, levando o indivíduo a procurar um fisioterapeuta em um primeiro momento. Um profissional formado pelo Conceito SIN será capaz de realizar testes específicos e indicar o especialista que o paciente deverá procurar de imediato.

O Conceito SIN preconiza tratar o paciente como um todo, baseando-se em quatro pilares para se ter uma vida saudável: Estilo de Vida, Equilíbrio Emocional, Alimentação e Mobilidade. Ponderando estes pilares, as questões envolvidas devem ser analisadas minuciosamente por um time de profissionais de diversas áreas, que falam a mesma linguagem, trabalhando juntos em prol do paciente. Conheça agora o nosso treinamento! Clique aqui!

 

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