Dor de Cabeça: Como Tratar pela Visão Integrativa?

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Dor de cabeça constante? O problema pode estar na sua boca!

As dores de cabeça estão entre as queixas mais comuns e rotineiras relatadas pelos pacientes em consultórios médicos e de fisioterapia. Infelizmente, a maior parte dessas pessoas só tomam essa iniciativa após já terem sofrido com os sintomas por meses ou até anos. A intensidade pode se tornar cada vez maior e com as possibilidades terapêuticas cada vez menor.

Quando questionada a respeito da periodicidade e intensidade da dor, é habitual ouvir da pessoa a seguinte resposta:

“ Minha dor de cabeça antes de ter esse grau de intensidade, era normal!”

Será mesmo que ter dor de cabeça é “Normal”?

A dor de cabeça assim como todas as outras dores é um fator comum. Nenhuma dor pode ser considerada normal! Deve ser vista como um sintoma proveniente de um ou mais fatores causadores. Segundo a Sociedade Brasileira de Cefaleia, 95% da população apresentará uma dor de cabeça ao longo de sua vida, sendo este acontecimento de forma secundária a outras patologias ou disfunções estruturais.

Um termo bastante comum de se ouvir é que a origem da dor de cabeça é tensional, ou seja, há uma tensão constante dos músculos que envolvem a região cervical que causam diminuição da mobilidade do segmento e também altera sua irrigação e mecânica, sendo traduzido em dor.

Diversas são as causas que podem preceder as cefaleias constantes, como por exemplo fatores genéticos, meningite, resfriado, estresse e outras mais. Dentre alguns dos principais fatores estão as alterações odontológicas por meio das disfunções temporomandibular (DTM).

Como principais fatores responsáveis pelas DTM´s podemos destacar as alterações anatômicas na região da cabeça e pescoço, disfunções na cavidade oral e má oclusão dentária, sendo esta última cada vez mais estudada e evidenciada como fator predisponente para tal disfunção e consequentemente nos sintomas musculoesqueléticos que podem se desenvolver em várias partes do corpo.

Sabendo disso, uma equipe de pesquisadores na cidade de Taubaté-SP, realizou um estudo com objetivo de relacionar o limiar de dor de cabeça com pacientes apresentando sintomas de dor de cabeça tensional, após fazerem o uso de uma placa oclusal por 2 meses.

O estudo foi realizado com 20 indivíduos apresentando sinais de dor de cabeça tensional por pelo menos seis meses, como parâmetro para avaliação da dor foi feita a palpação dos músculos masseter e temporal com auxílio da algometria de pressão e palpação manual. A intensidade foi avaliada utilizando-se a escala analógica visual da dor (EVA). Os pacientes foram submetidos a utilização de uma placa lisa feita com resina com objetivo de facilitar a oclusão dentária.

Os resultados evidenciaram redução estatisticamente significante (p<0,05) para intensidade e freqüência das dores de cabeça. Houve elevação do limiar de dor a pressão (LDP) dos músculos temporal direito (p = 0,027), temporal esquerdo (p=0.004) e masseter esquerdo (p= 0,025).

Com isso pode-se observar que houve redução da intensidade e freqüência dos episódios de cefaléia crônica após utilização de placa oclusal como também a elevação do limiar de sensibilidade muscular pós-tratamento para os músculos temporal e masseter quando submetidos à algometria de pressão.

O tratamento da cefaleia tensional deve ser realizado de forma integrativa por uma equipe de profissionais, incluindo dentistas, médicos, fisioterapeutas e psicólogos, pois essa condição deve ser abordada com uma visão do paciente como um todo, não se tratando apenas a dor no momento em que o indivíduo a está sentindo.

O grande entrave ainda encontrado por dentistas nesta correção é saber a altura do dispositivo. Estudos realizados pela visão do Conceito SIn demonstram que testes de liberdade corporal podem ser empregados na procura e determinação do real ajuste necessário.

O emprego do mapa da oclusão, desenvolvido pelo idealizador do Conceito SIn – Saúde Integrativa, Dr. Leonardo Machado, é capaz de indicar a altura precisa, em milímetros, de elevação em cada região de contato dentário. O relaxamento dos músculo é obtido de forma instantânea.

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